Boa noite, Quinta-Feira, 15 de Novembro de 2018
ARTIGO
Coordenadora ressalta a importância do ensino de inglês na educação infantil
23/10/2018 - 09h21

É cada vez maior o número de especialistas em educação que apontam os benefícios do ensino da Língua Inglesa já nos primeiros anos de aprendizagem dos alunos. Quanto mais cedo esse contato com uma segunda língua ocorrer, mais fácil será a absorção desse conhecimento, pois se sabe que com o passar dos anos há um declínio nesse sentido. A criança vai perdendo essa habilidade.

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Proporcionar ensino integral não é sobrecarregar a criança, avisa educadora
 
Se o aprendizado ocorre de forma natural, como acontece com a língua-mãe, se terá um jovem e um adulto muito mais preparados não só para entender o que está sendo transmitido, mas raciocinar em outro idioma. E se for o Inglês, o mais utilizado em todo o mundo, melhor ainda, explica a professora Daniele Hounsell Breier, coordenadora da Red Balloon, franquia integrada à Escola Chave do Saber (ECSA), e do programa de ensino English Stars, também oferecido pela instituição.
 
Segundo ela, isso acontece porque "as conexões que o cérebro faz quando somos mais novos são mais fáceis e naturais. Depois de um certo tempo o nosso cérebro tem dificuldade de fazer essas ligações". As crianças crescem tendo muito claro que as coisas podem ter mais de um nome. "Aprendem o inglês da mesma maneira que estão aprendendo português, sem que isso atrapalhe a alfabetização", salienta.
 
Daniele ressalta, no entanto, que é preciso ter método. "Quando a criança aprende a língua da forma adequada, sua relação com o idioma será sempre positiva, fazendo com que se torne algo fácil e divertido", diz. "Para evitar que se confunda entre o novo idioma e a língua materna, principalmente quando está na fase chamada pré-silábica, entre os 3 e 6 anos de idade, a recomendação é que a exposição seja feita de uma maneira lúdica, pela oralidade, de forma saudável", exemplifica.
 
Outro ponto destacado pela professora é a importância de os alunos aprenderem de uma maneira que tenha sentido para eles, para que possam realmente usar o que estão aprendendo. "O interessante dos dias atuais é que as demandas por uma outra língua vêm das próprias crianças. Elas querem entender o idioma para poder jogar on-line, interagir com jogadores de outros países, entender as músicas que mais gostam, os diálogos nos filmes e séries com áudio em inglês, até mesmo ler obras literárias em sua língua original", conta Daniele.
 
É importante também levar em conta o que se pretende com esse ensino de uma segunda língua. Existem diferentes perfis de cursos e programas onde a proposta é continuidade, como acontece na ECSA, exemplifica. Na Red Baloon, explica Daniele, as turmas são de, no máximo, 13 alunos e as aulas são no contraturno. "Então, é opcional. E com a mesma metodologia das franquias de rua, só que dentro da escola, alinhada com o perfil da instituição", frisa. Além da imersão, com 4 horas semanais, seu foco é preparar os alunos para exames internacionais mais complexos, com sólidos conhecimentos em gramática e habilidade de leitura.
 
Já a proposta do programa English Stars, oferecido no regular, tanto no Ensino Infantil como Fundamentais I e II, é interessante por trabalhar o inglês de forma gradual, respeitando o desenvolvimento individual dos estudantes e sua idade, conta. "Esse tipo de curso é focado na habilidade e no domínio do inglês para vivenciar viagens, por exemplo. Aulas e materiais didáticos procuram promover o uso do inglês como meio de comunicação e não somente como objeto de estudo", acrescenta Daniele. A ênfase é nas competências do século 21, como criatividade, comunicação, coragem, ética, pensamento crítico, colaboração, curiosidade, resiliência, liderança e crescimento, enumera.
 
"Colocando as crianças para estudar um segundo idioma nós estamos facilitando a vida desses futuros adultos. Colocando para eles essa nova língua como algo natural. Assim você abre uma janela, amplia o mundo para eles", finaliza a professora.É cada vez maior o número de especialistas em educação que apontam os benefícios do ensino da Língua Inglesa já nos primeiros anos de aprendizagem dos alunos. Quanto mais cedo esse contato com uma segunda língua ocorrer, mais fácil será a absorção desse conhecimento, pois se sabe que com o passar dos anos há um declínio nesse sentido. A criança vai perdendo essa habilidade.

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Proporcionar ensino integral não é sobrecarregar a criança, avisa educadora
 
Se o aprendizado ocorre de forma natural, como acontece com a língua-mãe, se terá um jovem e um adulto muito mais preparados não só para entender o que está sendo transmitido, mas raciocinar em outro idioma. E se for o Inglês, o mais utilizado em todo o mundo, melhor ainda, explica a professora Daniele Hounsell Breier, coordenadora da Red Balloon, franquia integrada à Escola Chave do Saber (ECSA), e do programa de ensino English Stars, também oferecido pela instituição.
 
Segundo ela, isso acontece porque "as conexões que o cérebro faz quando somos mais novos são mais fáceis e naturais. Depois de um certo tempo o nosso cérebro tem dificuldade de fazer essas ligações". As crianças crescem tendo muito claro que as coisas podem ter mais de um nome. "Aprendem o inglês da mesma maneira que estão aprendendo português, sem que isso atrapalhe a alfabetização", salienta.
 
Daniele ressalta, no entanto, que é preciso ter método. "Quando a criança aprende a língua da forma adequada, sua relação com o idioma será sempre positiva, fazendo com que se torne algo fácil e divertido", diz. "Para evitar que se confunda entre o novo idioma e a língua materna, principalmente quando está na fase chamada pré-silábica, entre os 3 e 6 anos de idade, a recomendação é que a exposição seja feita de uma maneira lúdica, pela oralidade, de forma saudável", exemplifica.
 
Outro ponto destacado pela professora é a importância de os alunos aprenderem de uma maneira que tenha sentido para eles, para que possam realmente usar o que estão aprendendo. "O interessante dos dias atuais é que as demandas por uma outra língua vêm das próprias crianças. Elas querem entender o idioma para poder jogar on-line, interagir com jogadores de outros países, entender as músicas que mais gostam, os diálogos nos filmes e séries com áudio em inglês, até mesmo ler obras literárias em sua língua original", conta Daniele.
 
É importante também levar em conta o que se pretende com esse ensino de uma segunda língua. Existem diferentes perfis de cursos e programas onde a proposta é continuidade, como acontece na ECSA, exemplifica. Na Red Baloon, explica Daniele, as turmas são de, no máximo, 13 alunos e as aulas são no contraturno. "Então, é opcional. E com a mesma metodologia das franquias de rua, só que dentro da escola, alinhada com o perfil da instituição", frisa. Além da imersão, com 4 horas semanais, seu foco é preparar os alunos para exames internacionais mais complexos, com sólidos conhecimentos em gramática e habilidade de leitura.
 
Já a proposta do programa English Stars, oferecido no regular, tanto no Ensino Infantil como Fundamentais I e II, é interessante por trabalhar o inglês de forma gradual, respeitando o desenvolvimento individual dos estudantes e sua idade, conta. "Esse tipo de curso é focado na habilidade e no domínio do inglês para vivenciar viagens, por exemplo. Aulas e materiais didáticos procuram promover o uso do inglês como meio de comunicação e não somente como objeto de estudo", acrescenta Daniele. A ênfase é nas competências do século 21, como criatividade, comunicação, coragem, ética, pensamento crítico, colaboração, curiosidade, resiliência, liderança e crescimento, enumera.
 
"Colocando as crianças para estudar um segundo idioma nós estamos facilitando a vida desses futuros adultos. Colocando para eles essa nova língua como algo natural. Assim você abre uma janela, amplia o mundo para eles", finaliza a professora.

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