Boa tarde, Quarta-Feira, 23 de Maio de 2018
PROJETO
Curso de Gestante reforça a importância da realização de parto normal
“A Femina foi pioneira na região Centro-Oeste, em 2015, ao integrar o projeto", diz médica
09/05/2018 - 18h58 - Fonte: Assessoria

 

Mulheres que se preparam para desempenhar o papel de mãe e têm dúvidas sobre o pré-natal, o parto e os primeiros cuidados com o bebê ganharam neste mês de maio uma super ajuda do Hospital e Maternidade Femina. No final de semana, aconteceu o Primeiro curso de Gestante da Femina.

Segundo a diretora técnica da unidade hospitalar, Fernannda Pigatto, o curso faz parte do Projeto Parto Adequado realizado pela a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), com o Hospital Israelita Albert Einstein e o Institute for Healthcare Improvement (IHI), em parceria com o Ministério da Saúde e visa estimular a realização de partos normais pelo país.

“A Femina foi pioneira na região Centro-Oeste, em 2015, ao integrar o projeto. No primeiro ano do Parto adequado, a Femina registrou o crescimento da taxa de partos normais de 1,46% do total de partos realizados para 47%”, destacou a médica.

Além de dicas teóricas, o curso trouxe simulação da prática do cuidado com o recém-nascido. Também foram abordadas as principais dúvidas sobre o pré-natal pela ginecologista Juliana Abrão e os principais tipos de anestesia para os partos normal e cesariano, com enfoque em analgesia (doses baixas dos anestésicos, assim o desconforto é retirado, mas a mulher mantém a mobilidade das pernas), palestra que foi ministrada pela anestesista Vanessa Carloto.

Vanessa atua há oito anos na Femina e ressaltou que esse tipo de curso auxilia as gestantes, principalmente as de “primeira viagem” a chegarem mais tranquilas à sala do parto.

“É normal a mulher sentir medo nesta fase, medo da dor, do uso de anestesia, muito mais por não conhecer o procedimento, porém ao serem informadas sobre os tipos de anestesias para parto cesária e normal, elas ficam mais seguras”, avalia.

A ginecologista e professora do curso de Medicina da UFMT, Juliana Abrão, concorda com a anestesista de que informação confiável dá poder à mulher para que ela tome a melhor decisão. “O Parto Adequado prevê esse empoderamento feminino, ou seja, a gestante munida de informações opta pelo melhor plano de parto”, aponta.

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