Boa tarde, Quinta-Feira, 22 de Junho de 2017
QUEM PLANTA COLHE
Parte dos alimentos servidos nos refeitórios da UHE Sinop são de produção própria
Couve, caju, mamão, banana, hortaliças, pimentão, são alguns dos produtos retirados do local
20/10/2016 - 19h32 - Fonte: Da Assessoria

 

Os colaboradores da Construtora Triunfo, que atuam diretamente nas obras civis da Usina Hidrelétrica (UHE) Sinop, já estão consumindo alguns alimentos produzidos no próprio canteiro de obras. É que o viveiro construído para produzir mudas nativas da região para uso no Programa de Recuperação de Áreas Degradadas (Prad) do canteiro já começou a dar os primeiros frutos.

Ocorre que, além das mudas de recuperação de áreas, também está sendo desenvolvido no canteiro o Projeto Quem Planta Colhe. O objetivo é proporcionar uma melhor qualidade de vida, promovendo o conceito de sustentabilidade aos colaboradores da empresa contratada pela Concessionária da Usina, a Companhia Energética Sinop (CES), para executar as obras civis, fornecimento eletromecânico e montagem do Empreendimento.

De acordo com o coordenador de Meio Ambiente da Construtora Triunfo, Marco Paulo, em outubro de 2014 foram plantadas as primeiras mudas frutíferas, além de ser cultivada horta de verduras, legumes e hortaliças, que são consumidos nos refeitórios da obra. Couve, caju, mamão, banana, salsa, cebolinha, pimentão, são alguns dos produtos retirados do local.

“O plantio também foi feito no alojamento central e no canteiro de obras, melhorando a saúde e bem estar dos colaboradores. A iniciativa partiu da diretoria da Construtora, que decidiu fazer um alojamento com um diferencial, dentro dos padrões de sustentabilidade e qualidade. Hoje podemos considerar um alojamento verde, ambiente agradável com sistemas de reuso de água e efluentes para umectação das áreas verdes e com vasta vegetação”, complementa.

Além da produção de frutas e verduras, o viveiro do canteiro de obras da UHE Sinop tem capacidade para armazenar até cinco mil mudas exclusivamente para o Prad, sendo que inicialmente foram plantadas 1,5 mil sementes de diferentes espécies em um berçário, sendo elas resgatadas durante a supressão vegetal em interface com o Programa de Resgate de Flora. O Ipê-amarelo foi a espécie que mais se destacou pelo seu elevado grau de germinação, seguido da Mamoninha e Jatobá. Essas espécies serão utilizadas para recuperação de áreas que sofreram algum tipo de interferência dentro do canteiro de obras e seus acessos, após a conclusão das estruturas, conforme explica o coordenador de Meio Ambiente da CES, Anderson Guimarães. “Todas as espécies são nativas dessa região, para garantir que, após o término da construção do Empreendimento, as áreas interferidas de alguma forma pelas obras fiquem exatamente como eram antes”, complementou.

 

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