Boa noite, Segunda-Feira, 18 de Junho de 2018
DOAÇÃO DE MEDULA
Investigadora é homenageada na Semana de Conscientização da Doação de Medula Óssea
O evento de iniciativa do deputado estadual, Nininho, visava aumentar o número de doadores voluntários de medula óssea.
23/05/2018 - 16h51 - Fonte: Assessoria | PJC-MT

 

Na Semana Estadual de Conscientização da Doação de Medula Óssea, a investigadora da Polícia Judiciária Civil, Tahiza Kiromi Miyakawa Pinheiro Badini, foi homenageada com Moção de Aplausos, pela Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL-MT). A policial doou células da medula óssea e plasma, em 2017, após ser identificada como compatível com uma pessoa que necessitava do transplante.

A entrega da homenagem aconteceu na terça-feira (22.05), durante um seminário sobre o assunto realizado pela AL-MT no plenário das deliberações deputado Renê Barbour, em Cuiabá. O evento de iniciativa do deputado estadual, Nininho, visava aumentar o número de doadores voluntários de medula óssea.

A homenageada, Thaiza Kiromi, lotada na Diretoria de Execução Estratégica da Polícia Civil (DEE), contou que decidiu se cadastrar no Instituto Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), no ano de 2010, quando tomou conhecimento do cadastro nacional de doadores voluntários no Hemocentro de Cuiabá.

Na ocasião, a coleta foi feita e as informações cadastradas no banco de dados do Instituto Redome. Em setembro de 2016, a policial recebeu o primeiro telefonema do registro, informando que ela seria uma possível doadora compatível com um paciente necessitado do transplante.

“Naquele momento a emoção que senti foi indescritível, pois sei da dificuldade de encontrar um doador”, lembra a investigadora de polícia.

O gesto de solidariedade com intuito de salvar vidas, resultou no procedimento para doação de médula óssea de Thaiza, ao paciente compatível, realizado no mês de abril de 2017, na cidade de Porto Alegre (RS). Após retirada, as células da medula óssea e o plasma da policial foram encaminhados para os Estados Unidos da América (EUA), onde o paciente reside.

“Se tornar uma doadora de medula óssea para mim é um gesto simples, mas que muitos deixam de fazer por falta de conhecimento do procedimento de doação ou por, simplesmente, não se colocar no lugar de outra pessoa, que tem um familiar ou ela própria doente. Com um simples sim, o doador têm a chance de dar esperança, cura e muita alegria ao paciente”, completou Thaiza Kiromi,.

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