Boa noite, Segunda-Feira, 21 de Setembro de 2020
SALVO PELO COLETE
Policial federal é atingido por tiro durante operação em Cuiabá
Três mandados de prisão foram cumpridos em Mato Grosso contra organização criminosa
31/08/2020 - 14h42 - Fonte: Midia News

 

Um agente da Polícia Federal de Mato Grosso foi atingido por um tiro enquanto cumpria mandados de prisão e busca e apreensão na manhã desta segunda-feira (31), em Cuiabá. 

O policial estava vestido com um colete a prova de balas e foi protegido pelo dispositivo de segurança.

A ação fazia parte de uma megaoperação deflagrada em 19 estados e no Distrito Federal.

Em Mato Grosso foram cumpridos três mandados de prisão - sendo um em Cáceres e dois em Cuiabá - e três de busca e apreensão, nas mesmas cidades.

O tiro ocorreu enquanto era cumprido o mandado de busca e apreensão na Capital. Segundo apurou o MidiaNews, ninguém saiu ferido. 

Ao todo a operação cumpriu 622 ordens judiciais, sendo 422 mandados de prisão preventiva e 201 mandados de busca e apreensão.

Também foi determinado o bloqueio judicial de até R$ 252 milhões. Todos os mandados foram expedidos pela 2ª Vara de Tóxicos de Belo Horizonte (MG). 

Organização criminosa

A megaoperação da PF identificou 210 integrantes do alto escalão da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), recolhidos em presídios federais, que recebiam valores mensais por terem ocupado cargos de relevo na organização criminosa ou executado missões determinadas pelos líderes como, por exemplo, execuções de servidores públicos.

Para garantir o recebimento do “auxílio”, os integrantes do grupo indicavam contas de terceiros não pertencentes à facção para que os valores, oriundos de atividades criminosas, ficassem ocultos e supostamente fora do alcance do sistema de justiça criminal.

Os dados foram obtidos na primeira fase da Operação Caixa Forte. Na ocasião foram identificados os responsáveis pelo chamado “Setor do Progresso” da facção, que se dedica à lavagem de dinheiro proveniente do tráfico.

As apurações da PF, ainda revelaram que os valores auferidos com o comércio ilícito de drogas eram, em parte, canalizados para inúmeras outras contas bancárias da facção, inclusive para as contas do “Setor da Ajuda”, aquele responsável por recompensar membros da facção recolhidos em presídios.

 

 

 

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