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Cerca de 180 mil estudantes ficam sem novos créditos de ônibus gratuito após falta de repasses do Governo do Amazonas

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Cerca de 180 mil estudantes da rede pública estadual de ensino do Amazonas foram afetados pela suspensão da liberação de novos créditos da gratuidade estudantil no transporte coletivo de Manaus. A medida foi anunciada pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram), que aponta a falta de pagamentos por parte do Governo do Estado como motivo para a interrupção do benefício.

Segundo o sindicato, as empresas responsáveis pelo transporte coletivo não possuem mais condições financeiras de custear, com recursos próprios, as passagens gratuitas destinadas aos alunos da rede estadual.

A situação foi comunicada oficialmente durante uma audiência realizada na segunda-feira (26), no Centro Judiciário de Métodos Consensuais de Solução de Disputas de 2º Grau (CEJUSC-JT), do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região, sob coordenação da desembargadora Ruth Barbosa Sampaio.

Governo teria pagamentos pendentes desde 2025

De acordo com o Sinetram, o Governo do Amazonas mantém obrigações financeiras pendentes desde 2025, o que estaria comprometendo a continuidade da política de gratuidade estudantil.

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O sindicato afirma que as concessionárias não conseguem continuar financiando o benefício sem receber a compensação financeira prevista.

A entidade também argumenta que o custeio permanente de uma política pública estadual não pode ser transferido integralmente às empresas de transporte, sob risco de comprometer a sustentabilidade do sistema.

Estudantes ainda podem utilizar créditos disponíveis

A gratuidade estudantil funciona por meio de créditos concedidos mensalm

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