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Operação destrói mais de 40 máquinas usadas em garimpo ilegal dentro de terra indígena em MT; CLICK E SAIBA MAIS

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Uma operação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) destruiu mais de 40 máquinas utilizadas em garimpo ilegal dentro da Terra Indígena Sararé, localizada em Pontes e Lacerda, a cerca de 483 km de Cuiabá.

A ação resultou em um recorde de equipamentos inutilizados em um único dia, segundo dados preliminares divulgados pelo órgão ambiental. O relatório final da operação ainda não foi concluído.

Nova ofensiva contra garimpo ilegal
O recorde anterior havia sido registrado no início do ano passado, quando 24 equipamentos foram destruídos durante uma operação para expulsar garimpeiros ilegais da Amazônia Legal.

De acordo com as autoridades, a região da Terra Indígena Sararé tem sido alvo constante de invasões para exploração ilegal de ouro. Desde 2024, o território também passou a ser alvo de atuação de organizações criminosas, que passaram a controlar parte da atividade clandestina.

Por estar próxima da fronteira com a Bolívia, a área também tem sido utilizada como rota para o tráfico de drogas, o que aumenta ainda mais a presença de grupos criminosos.

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Investigações apontam que integrantes de facções criminosas se infiltraram no garimpo ilegal e passaram a utilizar a estrutura da atividade para outras práticas ilícitas.

A ofensiva contra o garimpo ilegal envolve uma operação integrada entre diversas instituições, incluindo:

  • Ibama

  • Polícia Federal

  • Polícia Rodoviária Federal

  • Agência Brasileira de Inteligência (Abin)

  • Força Nacional

  • Polícia Civil

  • Polícia Militar

A ação faz parte de uma estratégia do governo federal para retirar garimpeiros ilegais da terra indígena, em uma operação de desintrusão que não tem prazo definido para terminar

Desde o início das ações, dezenas de áreas de garimpo foram desativadas dentro da terra indígena.

Os agentes suspeitam que cerca de 2 mil garimpeiros ilegais ainda atuem na região. Durante as operações, já foram destruídas escavadeiras, motores, equipamentos de extração e estruturas logísticas utilizadas para manter o garimpo clandestino.

Somente nos últimos meses, centenas de equipamentos foram inutilizados, causando prejuízo milionário às atividades ilegais.

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