Lucas do Rio Verde
Menina esfaqueada pelo pai em Lucas do Rio Verde se recupera em casa; mãe morreu com 21 golpes
Criança ficou 22 dias na UTI e segue em tratamento psicológico; pai está preso em centro de ressocialização
A menina de oito anos que foi esfaqueada pelo próprio pai em junho deste ano, em Lucas do Rio Verde (MT), segue em recuperação física e emocional. Após permanecer mais de três semanas internada na UTI, ela recebeu alta hospitalar e atualmente vive aos cuidados da madrinha, Caroline Fernandes, autorizada pela Justiça a assumir a guarda provisória.
Nas redes sociais, Caroline tem atualizado o estado de saúde da criança e agradeceu o apoio das equipes médicas e de profissionais que acompanharam a recuperação. Segundo ela, mesmo após a alta, a menina ainda realiza acompanhamento contínuo com psicólogo, fonoaudiólogo e especialistas em trauma infantil.
Laudo psicológico aponta sofrimento e sequelas emocionais
Em uma das publicações, Caroline revelou trechos do laudo da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), usado para embasar a decisão judicial que afastou o pai. O documento descreve que a criança apresenta sinais de sofrimento emocional, dificuldades de fala e comportamento retraído.
O laudo ainda menciona o impacto profundo causado pelo crime, reforçando que a menina demonstra vergonha e medo ao recordar o ataque. Ela também precisou de reabilitação para recuperar movimentos e equilíbrio após o período prolongado na UTI.
Pai deu 17 facadas na filha e matou a esposa com 21 golpes
O crime chocou o estado em 24 de junho. Na ocasião, Gleici Keil Geraldo de Souza, mãe da menina, foi assassinada com 21 golpes de faca enquanto dormia. Minutos depois, o pai atacou a filha com 17 facadas dentro da residência no bairro Téssele Junior, em Lucas do Rio Verde.
Após as agressões, o suspeito tentou fugir, mas foi encontrado pela Polícia Militar em atitude suspeita, caminhando pela região do Trevo Norte. Ele foi preso em flagrante e encaminhado para o Hospital São Lucas devido aos ferimentos superficiais. Posteriormente, foi transferido para o Centro de Ressocialização de Sorriso, onde permanece detido.
Menina tenta reconstruir a rotina com apoio da família
Segundo Caroline, a menina tem mostrado “força admirável” no processo de superação. Ela participa de atividades lúdicas, passa por consultas regulares e recebe atenção especializada para lidar com o trauma decorrente da violência doméstica.
O psicólogo responsável pelo acompanhamento destaca que a criança ainda apresenta sinais de estresse pós-traumático e momentos de ansiedade, mas responde bem ao tratamento.
Criança permanecerá sob guarda provisória enquanto Justiça analisa caso
A guarda da menina permanece com a madrinha até que a Justiça finalize as avaliações sociais, psicológicas e jurídicas relacionadas ao caso. O Ministério Público acompanha o processo e aguarda novos laudos técnicos.
A investigação da Polícia Civil permanece em andamento e inclui análise completa da dinâmica do crime e do histórico familiar.
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