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Candidato a delegado é preso após ser flagrado usando inteligência artificial para responder prova da Polícia Civil

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Homem utilizava celular e ferramenta de IA durante concurso no Maranhão; fiança foi fixada em dez salários mínimos, mas não foi paga.

Um candidato ao cargo de delegado da Polícia Civil do Maranhão foi preso em flagrante no domingo (1º), em São Luís, suspeito de utilizar um aparelho celular e uma ferramenta de inteligência artificial (IA) para responder às questões da prova do concurso público.

De acordo com a Polícia Civil, a irregularidade foi identificada por um fiscal responsável por acompanhar a aplicação do exame.

Ao perceber a situação, o fiscal acionou os policiais que estavam no local para garantir a segurança e a regularidade do concurso.

Candidato foi levado à delegacia

Após ser flagrado, o homem foi conduzido ao Plantão Central das Cajazeiras, em São Luís, onde prestou depoimento sobre o ocorrido.

Segundo as informações policiais, ele teria utilizado o celular para acessar uma ferramenta de inteligência artificial e obter auxílio na resolução das questões.

A prática é proibida pelas regras do concurso e pode configurar crime previsto na legislação brasileira.

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Fiança foi fixada em dez salários mínimos

O candidato foi autuado em flagrante por suspeita de fraude em certame de interesse público, crime previsto no artigo 311-A do Código Penal.

A autoridade policial estabeleceu uma fiança equivalente a dez salários mínimos para que o investigado pudesse responder ao procedimento em liberdade.

Entretanto, o valor não foi pago.

Diante disso, o homem foi encaminhado a uma unidade prisional de São Luís, onde permaneceu à disposição da Justiça.

Fraude pode resultar em prisão

O artigo 311-A do Código Penal prevê pena de reclusão de um a quatro anos, além de multa, para determinadas condutas de fraude em concursos e avaliações públicas. A pena pode ser maior em circunstâncias previstas na legislação.

O caso deverá seguir sob investigação para esclarecer como o aparelho foi utilizado durante a aplicação da prova.

O candidato disputava uma vaga para delegado de Polícia Civil, mas acabou preso após ser flagrado utilizando inteligência artificial durante o exame.

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