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Homem faz pergunta política, abre fogo contra bar e mata policial civil em MT

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Investigador Emilson Ormond Souza, de 56 anos, foi atingido no tórax e morreu; outro homem foi baleado no pé. Polícia Civil procura suspeito de 59 anos.

A Polícia Civil de Mato Grosso informou que o assassinato do investigador Emilson Ormond Souza, de 56 anos, ocorrido na noite de domingo (25), em Campo Novo do Parecis, teria sido motivado por questões políticas. O policial foi morto a tiros após um homem que conduzia uma caminhonete Toyota Hilux abrir fogo contra pessoas que estavam em um bar na Avenida Brasil.

Conforme as informações divulgadas pela Polícia Civil, o suspeito passou em frente ao estabelecimento e fez uma pergunta de cunho político às pessoas que estavam reunidas no local. Após receber uma resposta, o motorista teria sacado uma arma e efetuado diversos disparos em direção ao grupo.

Durante o ataque, as pessoas que estavam no bar tentaram se proteger. O investigador Emilson teria tentado reagir, mas acabou atingido por um tiro no tórax e não resistiu aos ferimentos.

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Outra pessoa também foi baleada no pé. Não foram divulgadas informações detalhadas sobre seu estado de saúde.

Suspeito de 59 anos é procurado

Após os disparos, o autor fugiu na caminhonete. A Polícia Civil informou que conseguiu identificar um homem de 59 anos como suspeito do crime, mas não divulgou sua identidade.

Uma força-tarefa foi mobilizada para localizar o investigado. Segundo a instituição, as equipes realizam diligências ininterruptas para tentar efetuar a prisão.

A motivação política apontada pela Polícia Civil deverá ser aprofundada durante as investigações, incluindo o teor da pergunta feita pelo atirador antes dos disparos.

Investigador tinha 24 anos de carreira

Emilson Ormond Souza dedicou 24 anos de sua vida à Polícia Civil de Mato Grosso. Desse período, 20 anos foram de atuação na Delegacia de Campo Novo do Parecis, onde construiu sua trajetória profissional.

O investigador deixa quatro filhos.

Em nota, a Polícia Civil lamentou a morte do servidor e manifestou solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho.

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O assassinato mobilizou as forças de segurança, que continuam trabalhando para identificar todas as circunstâncias do ataque e localizar o responsável.

Segundo informações publicadas nesta segunda-feira (26), testemunhas relataram que o atirador teria perguntado quem era petista antes de efetuar os disparos. A Polícia Civil confirmou que houve uma pergunta de cunho político, mas não divulgou oficialmente seu conteúdo.

A investigação continua e o suspeito permanecia procurado nas últimas informações divulgadas.

 

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