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Mulher tem cabelo raspado e dedos amputados por criminosos após fazer sinal de paz em foto no RJ

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Vítima teria sido torturada por integrantes de facção criminosa que confundiram gesto de paz com símbolo de organização rival; vídeo circula nas redes sociais.

Um caso de violência atribuído a integrantes de uma facção criminosa ganhou repercussão nas redes sociais nesta quarta-feira (4). Uma mulher conhecida como “Titia da Comunidade” teria sido brutalmente agredida, tido o cabelo raspado e dois dedos amputados após publicar uma fotografia fazendo o tradicional sinal de paz com as mãos.

O episódio teria ocorrido na comunidade Vila Brasília, em Volta Redonda, no Sul do Rio de Janeiro.

Segundo informações divulgadas nas redes sociais, os responsáveis pelas agressões seriam integrantes da facção Terceiro Comando Puro (TCP), que teriam interpretado o gesto feito pela mulher como uma demonstração de apoio ao Comando Vermelho (CV), organização criminosa rival.

Foto teria motivado a violência

De acordo com os relatos, a vítima apareceu em uma fotografia fazendo o sinal de “V” com os dedos, gesto popularmente associado à paz.

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Entretanto, criminosos teriam associado a imagem a uma suposta manifestação de apoio à facção rival.

A partir dessa interpretação, a mulher teria sido capturada por homens armados e levada para um beco da comunidade, onde foi submetida a agressões.

Durante a violência, os suspeitos teriam raspado o cabelo da vítima e amputado dois dedos de suas mãos.

Vídeo circula nas redes sociais

Imagens que supostamente mostram parte das agressões começaram a circular nas redes sociais, provocando indignação entre internautas.

O caso chamou a atenção pela possível motivação da violência, já que um gesto tradicionalmente utilizado para representar a paz teria sido interpretado como símbolo de uma organização criminosa.

A situação também levanta preocupações sobre a atuação de grupos criminosos que impõem regras e punições ilegais a moradores de comunidades.

Caso ainda precisa de confirmação oficial

Apesar da repercussão, ainda não há confirmação independente sobre todas as circunstâncias da agressão, a autoria do crime ou a motivação atribuída aos suspeitos.

Também não foram divulgadas informações oficiais sobre o estado de saúde da mulher ou eventuais prisões relacionadas ao episódio.

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As circunstâncias relatadas deverão ser esclarecidas pelas autoridades policiais.

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