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Homem mantém esposa e bebê de 1 ano em cárcere privado e tenta matar companheira a facadas

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Um homem foi preso em flagrante pela Guarda Civil Municipal (GCM) de Belo Horizonte, nesta quarta-feira (21), suspeito de manter a própria esposa e a filha do casal, uma bebê de apenas 1 ano, em cárcere privado e tentar matar a companheira com uma faca. O caso aconteceu no bairro Taquaril, na região Leste da capital mineira.

Segundo informações da Guarda Municipal, as agressões e o confinamento começaram na terça-feira (20), quando a mulher e a criança teriam sido impedidas de sair da residência.

Conforme o relato da vítima, ela passou a noite trancada com a filha e só conseguiu escapar na manhã de quarta-feira, após aproveitar um momento de distração do companheiro.

A mulher fugiu do imóvel carregando a bebê nos braços e conseguiu pedir ajuda.

Ao perceber a fuga, o suspeito deixou a residência e correu em direção a uma região de mata, tentando escapar das autoridades.

Após serem acionados, os agentes da Guarda Civil Municipal iniciaram buscas para localizar o homem.

Com autorização da vítima, os guardas utilizaram o celular dela para rastrear, em tempo real, a localização do telefone do suspeito.

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A estratégia permitiu identificar a região onde ele estava escondido e organizar um cerco policial.

O homem foi localizado na área de mata e recebeu voz de prisão em flagrante.

Após conseguir escapar, a vítima foi socorrida e encaminhada a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região.

Até o momento, não foram divulgadas informações detalhadas sobre os ferimentos sofridos pela mulher ou seu estado de saúde.

Também não há informações sobre a condição da bebê de 1 ano.

O suspeito foi conduzido à Central de Flagrantes da Polícia Civil, conhecida como Deplan 2, onde foram realizados os procedimentos legais.

Ele deverá responder por tentativa de feminicídio e cárcere privado, conforme o enquadramento informado pelas autoridades.

O caso segue sob responsabilidade da Polícia Civil de Minas Gerais, que deverá apurar as circunstâncias das agressões e do período em que mãe e filha permaneceram confinadas.

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