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Mulher e bebê de 7 meses são resgatados de cárcere privado; homem ameaçou incendiar os dois

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Vítima relatou agressões, ameaças de morte e restrição de água e alimentos. Suspeito foi encontrado escondido em uma cabana isolada, às margens de um lago.

Uma mulher e seu filho, um bebê de apenas sete meses, foram resgatados de uma situação de cárcere privado em uma região isolada do município de Niquelândia, no norte de Goiás. O principal suspeito é o companheiro da vítima, que foi preso pela Polícia Militar após denúncias de violência doméstica.

O caso veio à tona depois que a mulher conseguiu procurar atendimento no Hospital Municipal de Niquelândia, apresentando diversos hematomas pelo corpo.

Diante dos ferimentos e das informações relatadas, a Polícia Militar foi acionada para investigar a situação.

Mulher relatou ameaças de morte contra ela e o bebê

Aos policiais, a vítima contou que vivia sob constantes agressões físicas e ameaças por parte do companheiro.

Segundo o depoimento, o homem a impedia de deixar a residência e restringia seu acesso a alimentos e água potável.

A mulher também revelou um episódio ainda mais grave: o suspeito teria jogado uma substância inflamável sobre seu corpo e ameaçado colocar fogo nela e no próprio filho, de apenas sete meses.

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As denúncias mobilizaram equipes policiais, que iniciaram buscas para localizar o homem.

Suspeito estava em cabana no meio da mata

Após levantamentos, os militares conseguiram identificar o possível paradeiro do suspeito em uma região afastada, às margens do Lago Serra da Mesa.

Para chegar ao endereço, os policiais precisaram percorrer aproximadamente 10 quilômetros por uma estrada de terra e continuar o trajeto a pé, atravessando um trecho de mata fechada.

No local, encontraram uma cabana improvisada, que, segundo a corporação, apresentava condições extremamente precárias de habitação.

O homem foi localizado e preso pelos militares.

Polícia Civil investiga o caso

Após a prisão, o suspeito foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Niquelândia, onde foram adotadas as providências legais.

A investigação deverá apurar possíveis crimes de cárcere privado, ameaça, lesão corporal e violência doméstica, além de eventuais violações dos direitos da criança.

A identidade do homem não foi divulgada pelas autoridades.

A Polícia Civil também deverá esclarecer por quanto tempo a mulher e o bebê permaneceram submetidos às condições denunciadas.

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