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Quatro suspeitos morrem em confronto com a PM; irmão de “missionária do CV” está entre os mortos

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Grupo estava em uma Toyota SW4 e teria atirado contra policiais durante tentativa de abordagem. Quatro armas foram apreendidas, incluindo uma banhada a ouro.

Quatro homens morreram durante um confronto com a Polícia Militar na manhã desta sexta-feira (6), na região do Trevo do Lagarto, nas proximidades de Nossa Senhora do Livramento, a cerca de 38 quilômetros de Cuiabá.

Entre os mortos estaria André Luiz da Veiga, conhecido pelo apelido de “Bundinha”, apontado como irmão de Rhavenna Barcelos, investigada por ligação com a facção criminosa Comando Vermelho e presa em julho deste ano durante a Operação Fariseus, deflagrada pela Polícia Civil.

Segundo as primeiras informações, os quatro suspeitos estavam em uma caminhonete Toyota SW4 quando foram surpreendidos por uma tentativa de abordagem policial.

Suspeitos teriam atirado contra viatura

Conforme os relatos preliminares, os ocupantes da caminhonete teriam reagido à ordem de parada e efetuado disparos de arma de fogo contra a viatura da Polícia Militar.

Os policiais revidaram, dando início a uma troca de tiros.

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Durante o confronto, os quatro homens foram baleados. Eles chegaram a receber atendimento médico, mas não resistiram aos ferimentos.

A dinâmica da ocorrência ainda deverá ser apurada pelas autoridades competentes.

Arma banhada a ouro foi apreendida

Durante a ocorrência, os policiais apreenderam quatro armas de fogo que estariam em posse do grupo.

Entre os armamentos encontrados estavam uma pistola e três revólveres. Uma das armas chamou a atenção por apresentar acabamento banhado a ouro.

Os materiais deverão passar por procedimentos periciais para auxiliar na investigação.

Um dos mortos teria mais de 60 passagens policiais

André Luiz da Veiga, conhecido como “Bundinha”, foi apontado nas informações preliminares como um dos envolvidos no confronto.

Segundo os dados divulgados, ele acumulava mais de 60 registros policiais, incluindo ocorrências relacionadas a ameaça, extorsão, roubo, tráfico de drogas e difamação.

André também é apontado como irmão de Rhavenna Barcelos, que ganhou notoriedade após ser presa durante uma investigação sobre a atuação do Comando Vermelho em Mato Grosso.

Irmã foi presa durante Operação Fariseus

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Rhavenna Barcelos foi presa em julho de 2026, durante a Operação Fariseus, conduzida pela Polícia Civil.

Segundo as investigações, ela teria utilizado um projeto religioso para obter informações e facilitar a comunicação entre integrantes da organização criminosa.

A investigada também teria mantido relacionamento com Jonas Souza Gonçalves, conhecido como “Batman”, apontado como uma das lideranças da facção e que, conforme as informações divulgadas, permanece foragido no Rio de Janeiro.

Posteriormente, Rhavenna passou a se relacionar com Renildo Silva Rios, conhecido como “Véio”, apontado como integrante do grupo de conselheiros da organização criminosa. Ele está preso na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá.

Ocorrência segue em andamento

A Polícia Militar continua os procedimentos relacionados ao confronto, enquanto as autoridades trabalham para confirmar oficialmente a identidade de todos os mortos.

As armas apreendidas e as circunstâncias da troca de tiros deverão ser analisadas durante a investigação.

Até o momento, as informações sobre a reação armada dos suspeitos são baseadas nos relatos preliminares da ocorrência policial.

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