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Mulher é espancada até desmaiar após discussão política; cabo da PM é acusado de agressão

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Vítima recebeu diversos golpes no rosto, foi prensada contra uma parede e perdeu a consciência. Defesa pede prisão preventiva do policial militar suspeito.

Uma discussão motivada por divergências políticas terminou em violência na noite de segunda-feira (2), no bairro Itapuã, em Vila Velha, no Espírito Santo. Uma mulher foi brutalmente agredida por um homem apontado como cabo da Polícia Militar e precisou ser encaminhada ao hospital após perder a consciência.

Segundo informações registradas pela Polícia Militar, a confusão começou durante uma discussão entre duas mulheres por questões políticas. Durante o desentendimento, um homem teria interferido e passado a atacar uma das envolvidas.

A vítima relatou que foi atingida diversas vezes no rosto e pressionada violentamente contra uma parede. Em consequência das agressões, sofreu ferimentos e chegou a desmaiar.

Suspeito deixou o local antes da chegada da polícia

A Polícia Militar foi acionada para atender à ocorrência e recebeu informações de que o suspeito havia retornado ao prédio onde residia.

Os militares foram até o endereço indicado e tentaram estabelecer contato com o homem, mas não conseguiram encontrá-lo.

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A mulher ferida foi encaminhada ao Hospital Antônio Bezerra de Farias, onde recebeu atendimento médico.

Testemunhas confirmaram aos policiais que o episódio teria começado após uma discussão envolvendo posicionamentos políticos diferentes.

Advogado acusa policial de violência contra mulher

Em manifestação encaminhada à CNN, o advogado da vítima afirmou que o agressor seria um cabo da Polícia Militar e criticou a violência atribuída ao agente.

Segundo a defesa, o policial teria atacado a mulher de maneira repentina, sem oferecer possibilidade de reação, colocando sua vida em risco.

O advogado destacou que a função de um policial militar é proteger a sociedade, e não praticar agressões contra cidadãos.

A defesa também questionou a postura de pessoas que estavam no estabelecimento onde o episódio aconteceu, conhecido como Puxadinho, alegando que houve omissão diante das agressões.

Defesa solicita prisão preventiva e medidas protetivas

Após o ocorrido, a representação jurídica da vítima apresentou uma notícia-crime à Justiça, solicitando medidas protetivas de urgência e a prisão preventiva do policial apontado como responsável pelo ataque.

O caso foi levado ao Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES). Conforme as informações divulgadas, a unidade judicial que recebeu o pedido indicou não possuir competência para julgar a ocorrência.

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A defesa considera que o episódio apresenta características de violência de gênero e pede uma investigação rigorosa.

Até o momento, não há confirmação de que o suspeito tenha sido preso. A ocorrência deverá ser apurada pelas autoridades para esclarecer a motivação, a dinâmica das agressões e a eventual responsabilidade do policial militar.

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